aritmeticamente é óbvio que se uma força sobe é porque outras baixam. Contudo há uma dialética entre subir porque se quer trabalhar ou fazer acordos com os outros ou porque se quer ir contra os outros. É nesta diferença que se pode moldar uma linha política
Ponto 2
agradeço o estilo inteligente sobre a minha falta de inteligência de que eu "não percebo". Que eu não perceberia que o Ferro foi antes de tudo frito pelos "seus". Espero que "perceba" então que se o Ferro é frito pelos "seus", leia-se a direita do PS, é porque aos comunistas o Ferro não pode ser estranho e portanto, caberá aos comunistas criar um ambiente político onde os que desgastam o Ferro sintam alguma dificuldade na sua conspiração. O PCP não "interfere" na direcção de Ferro como pouco ou nada interfere no que interessa que se interfira. Aqui interfere não no sentido de ingerência mas no sentido de que a conspiração anti Ferro, deveria ser comentada de várias maneiras e deveria ter sido dado à esquerda do PS muito mais disponibilidade para saídas de esquerda para Portugal, inclusive na esfera do governo.
Ponto 3
o que eu quero dizer é o acordo de Lisboa, o primeiro, foi a última iniciativa para um acordo com o PS. A renovação da coligação não foi uma iniciativa nova. Nem sequer houve imaginação para considerar outras coligações noutros sítios... E então no governo...Ah é verdade, acho que estou a ser injusto: houve o acordo para a reforma fiscal como o Ferro Rodrigues a ministro. Mas isso foi arrancado a ferros no que à direcção do PC respeita.
Ponto 4
Não não branqueio nada. As leviendades do PS e traições são o que é de esperar de uma força daquele género. O que não é admissível é um condução por parte dos comunistas que facilitem o jogo aos que puxamn o PS para a direita.
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