| Subject: andas à procura de um padrão... |
Author:
paulo fidalgo
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Date Posted: 1/09/04 22:10
In reply to:
António Fagundes
's message, "Re: O busilis da questão?..." on 31/08/04 23:57
De facto, quer o Correia, quer o Fagundes, têm da democracia uma noção muito limitada, com expressões de arrogãncia de perconceitos e fuga à discussão com conversa de chacha com a do Fagundes "ó Statter se andas à procura de um padrão....vai ao dos descobrimentos". É a argumentação ao seu melhor nível.
De facto, a teoria de que seria impossível definir um padrão objectivo e objectivável para as relações sociais, mostra como os anti-marxistas, pelos menos alguns deles, na prática negam a possibilidade de conhecimento. Se de facto, não houvesse padrão, qualquer que ele seja, nada poderia ser conhecido. É o idealismo no seu esplendor.
Estamos nessa época - época de reacção - porque há uma aparente supremacia do capitalismo e as soluções racionais têm dado com os burrinhos na água.
Mas isso obviamente não dá e não pode dar razão aos que acham que o mundo não pode ser conhecido nem ser transformado.
O tempo de trabalho é um padrão quer permite muitas explicações e previsões e isso é decisivo na consolidação de uma teoria.
E quando vem a polícia, lá estão os marxista a fazer o seu trabalho como a toupeira..Por acaso não estão sozinhos mas estão sempre na primeira linha.
Tenho que dizer que alguns dos que insistem em recusar o acesso ao conhecimento, à descoberta de padrões na natureza, e espero que não seja esse o caso destes interlocutores, como é óbvio, aparecem do lado da bófia a matraquear contra os padrões que fazem aos trabalhadores compreender melhor porque devem ir para a greve e para a revolução
a
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