| Subject: Re: andas à procura de um padrão... |
Author:
António Fagundes
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Date Posted: 1/09/04 23:35
In reply to:
paulo fidalgo
's message, "andas à procura de um padrão..." on 1/09/04 22:10
Fidalgo.
A tua intervenção não mereceria qualquer resposta, tão baixo é o nível, grande a ignorância que mais uma vez (e sempre, pelos vistos) demonstras e irremediável parece ser a tua incapacidade. Se intervenho é apenas para te chamar a atenção para três coisas.
Primeira. Eventualmente, ainda andavas de fraldas já eu apanhava porrada da polícia, participava em greves e organizava-as. E isso, na condição de pré-marxista, de marxista e de pós-marxista. Portanto, dobra a língua, tem um mínimo de decência e não faças insinuações torpes acerca de quem não conheces!
Segunda. Em termos de marxismo e da sua teoria do valor ou da sua concepção da exploração, assim como em discussões teóricas sobre assuntos complexos, não me considero lá muito dotado. Mas já aprendi e compreendo o suficiente para dar troco às tuas baboseiras e às do Statter, esse pavão de erudição cabular pescada na rede. Porque, além da ignorância, se há coisa que vocês ambos já mostraram é que não têm capacidade intelectual para compreenderem assuntos complexos, quanto mais para produzirem qualquer coisa original com interesse para discussão.
Terceira. Escusas de atacar o José Manuel Correia com isto e aquilo, porque não conseguirás atingi-lo. E sabes porquê? Porque aquilo que tu chamas, com despeito, arrogância, é capacidade para criticar o marxismo, os seus equívocos e os seus erros com seriedade como não vi ainda a nenhum outro (ainda que os haja). Portanto, tem tento na língua, quando pensares em criticar quem se deu ao trabalho e teve a capacidade para produzir conhecimento original (sabes o que é? conhecimento não pescado aqui e ali!). E se, por causa das vossas baboseiras, ele abandonar as discussões é este fórum e os seus leitores que ficarão a perder. Disso não tenho qualquer dúvida!
Se até a mim a vossa tacanhês já faz comichão, imagino o que fará a quem deve ter algo mais importante para fazer do que perder tempo a dar-vos troco.
É este um tempo de reacção? Talvez. Se assim for é tempo de submeter o marxismo a crítica cerrada. Os trabalhadores assalariados só terão a ganhar com isso, para não andarem atrelados a ideologias que lhe prometem o paraíso na Terra e lhes dão o Inferno! Porque se o capitalismo realmente existente é o Purgatório, o comunismo é o Inferno!
É isto que vos incomóda? Tenham paciência, mostrem o vosso excelente espírito democrático e aceitem quem pensa de modo diferente. A democracia burguesa ainda nos vai permitindo isso (sabe-se lá até quando), mas o totalitarismo do vosso comunismo já provou que não permite.
Portem-se, ao menos, como bons rapazes. Não percam o verniz! Fica-vos mal!
António Fagundes.
>De facto, quer o Correia, quer o Fagundes, têm da
>democracia uma noção muito limitada, com expressões de
>arrogãncia de perconceitos e fuga à discussão com
>conversa de chacha com a do Fagundes "ó Statter se
>andas à procura de um padrão....vai ao dos
>descobrimentos". É a argumentação ao seu melhor nível.
>
>De facto, a teoria de que seria impossível definir um
>padrão objectivo e objectivável para as relações
>sociais, mostra como os anti-marxistas, pelos menos
>alguns deles, na prática negam a possibilidade de
>conhecimento. Se de facto, não houvesse padrão,
>qualquer que ele seja, nada poderia ser conhecido. É o
>idealismo no seu esplendor.
>
>Estamos nessa época - época de reacção - porque há uma
>aparente supremacia do capitalismo e as soluções
>racionais têm dado com os burrinhos na água.
>
>Mas isso obviamente não dá e não pode dar razão aos
>que acham que o mundo não pode ser conhecido nem ser
>transformado.
>
>O tempo de trabalho é um padrão quer permite muitas
>explicações e previsões e isso é decisivo na
>consolidação de uma teoria.
>
>E quando vem a polícia, lá estão os marxista a fazer o
>seu trabalho como a toupeira..Por acaso não estão
>sozinhos mas estão sempre na primeira linha.
>
>Tenho que dizer que alguns dos que insistem em recusar
>o acesso ao conhecimento, à descoberta de padrões na
>natureza, e espero que não seja esse o caso destes
>interlocutores, como é óbvio, aparecem do lado da
>bófia a matraquear contra os padrões que fazem aos
>trabalhadores compreender melhor porque devem ir para
>a greve e para a revolução
>a
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