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Date Posted: 14:32:42 06/01/06 Thu
Author: Elaine Damasceno Bento
Subject: 12 semana modelo fractal no ensino de líguas

Atividade 12 semana:

Volte à sua narrativa de aprendizagem e faça uma análise de sua trajetória de aprendizagem à luz do modelo fractal.
1)Houve alguma coisa imprevisível que mudou o rumo de sua aprendizagem?
2)Que reflexões sobre o ensino de línguas estrangeiras podemos fazer a partir desse texto?
Quanto a meu processo de aprendizagem de língua estrangeira posso dizer que passei por diversas metodologias. Meu primeiro contato com Inglês foi na 5ª série estudávamos com o livro Practical English Curse (volume 1 ao 4) e no meu caso com o mesmo professor durante quatro anos o método dele baseava no áudio-lingual gramática e leitura. Já no 2ºgrau como estudei em colégio particular o inglês estudado era para o vestibular: leitura de textos, gramática e quase nada de conversação. A abordagem comunicativa tive contato na faculdade e no CENEX e posso dizer que esse método facilita e muito na aquisição de qualquer língua estrangeira. Agora em relação com o texto concordo plenamente quando o autor diz que: os modelos de aquisição da língua estrangeira, de vários autores, não contemplam todos os processos envolvidos na aquisição de uma língua. Muito desses modelos apresentam visões fragmentadas de partes de um mesmo sistema. Embora seja possível teorizar sobre a existência de alguns padrões gerais de aquisição, cada pessoa tem as suas características individuais, sendo impossível descrever todas as possibilidades desse fenômeno. Temos que levar em conta as diversas que um aprendiz passa ao longo de sua aprendizagem: variações biológicas, de inteligência, aptidão, atitude, idade, estilos cognitivos, motivação, personalidade e de fatores afetivos, além das variações do contexto onde ocorrem os processos de aprendizagem ─

Quantidade/qualidade de input disponível, distância social, tipo e intensidade de feedback, cultura, estereótipos, podemos observar que na opinião de vários autores aquisição de uma língua é um fenômeno complexo. Segundo Almeida,Filho língua estrangeira é, por outro lado, também um conceito complexo que o professor precisa contemplar, e sobre ele refletir, no exercício da profissão.”No entanto, foi Larsen-Freeman (1997) quem primeiro tratou dessa complexidade à luz da teoria dos sistemas complexos ou teoria do caos. Essa teoria afirma que pequenas mudanças podem resultar em grandes diferenças e que há uma ordem subjacente a tudo que nos rodeia". Ela "tenta explicar que resultados complexos e inesperados podem ocorrer, e ocorrerão, em sistemas que são sensíveis às suas condições iniciais".Essa forma de pensamento não-linear contraria a lógica cartesiana, ignora as hipóteses deterministas e abandona o conceito de ciência no sentido de que o conhecimento deve ser sistemático, objetivo e generalizável. O conceito de contexto passa a ser crucial para que possamos entender a natureza diversificada dos fenômenos. De acordo com a nova forma de olhar os fenômenos, os sistemas são complexos, não-lineares, dinâmicos, caóticos, imprevisíveis, sensíveis às condições iniciais, abertos, sujeitos a atratores, e adaptativos, pois, se caracterizam pela capacidade de auto-organização. Também não se pode deixar de mencionar as diversas teorias sobre a aquisição, elas têm pensado na aquisição dentro de uma ótica linear e mecanicista da previsibilidade. Sendo assim, a partir do texto, podemos fazer algumas reflexões sobre o ensino de línguas estrangeiras: o ensino-aprendizado de uma língua estrangeira é muito mais complexo do que poderíamos supor. Há as diversas variações que o aprendiz passa ao longo de sua aprendizagem como: “variações biológicas, de inteligência, aptidão, atitude, idade, estilos cognitivos, motivação, personalidade e de fatores afetivos, além das variações do contexto. Também temos que levar em consideração que o processo de aprendizado traz muita instabilidade, onde os momentos de estagnação podem ser seguidos de uma inesperada” explosão “, direcionando o aprendiz a um patamar muito mais alto do que o supostamente esperado. Além disso”, há evidências suficientes para se advogar que a aprendizagem de línguas parece ser realmente um sistema complexo adaptativo – complexo pela dificuldade de descrição e adaptativo pela capacidade de adaptação às diferentes condições que lhe são impostas pelo ambiente. A passagem de falante de uma língua materna para falante de uma segunda língua, ou língua estrangeira, é algo complexo que acontece entre a ordem total e o caos, ou seja, a imprevisibilidade “.
O autor propõe que um modelo de aquisição de L. E deva ser, uma zona de criatividade com potencial máximo para aprendizagem.
Levando em conta aquisição da segunda língua dentro dos sistemas complexos, podemos dizer que:
· O professor deve permitir que a criatividade de seus alunos aflore em vez de impor a sua própria forma de aprender, ou suas crenças sobre a aquisição de uma língua.” Sendo assim percebo que o papel do professor é encorajar o contato aluno com a L.E das diversas maneiras possíveis.
A aprendizagem de uma língua, um processo também social, depende dessas dependendo assim da interação entre os falantes.
· O professor deve criar oportunidades para o uso da L.E por seus alunos, dando a eles liberdade para que eles escolham suas estratégias de aprendizagem.
· Nos professores temos um papel fundamental estimular nosso aluno para que ele se sinta motivado a aprender cada vez mais, superando os seus limites.
· E ter sempre em mente que em cada estudante, os objetivos e motivações ao estudar uma L.E também são diversos.

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