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Date Posted: 07:11:00 05/16/06 Tue
Author: Christiane Duarte
Subject: Semana 10

Como você se posiciona em relação ao ensino de gramática? O texto contribuiu para você rever alguma posição?
O que você gostaria de discutir sobre esse texto?

“Alguns professores gostam de usar repetição de uma mesma estrutura para que os alunos a automatizem. Mas que tal tornarmos essa repetição em algo contextualizado e que produza sentido para os alunos?” (Vera e Francisco)

Contextualizar, realmente essa é uma boa forma de ensinar gramática. Hoje em dia, na maioria dos livros (ainda que na verdade os livros não “mandam” muito, porque quem rege a aula é o professor) e quando se aprende didática, o que mais se preza é fazer com que o aluno se enquadre em uma situação em que ele utilizará recursos gramaticais em contextos possíveis e verdadeiros. Muitas vezes, o professor ensina a gramática sem nem mesmo o aluno se dar conta que está aprendendo algo novo, uma nova estrutura, um novo tempo verbal, por exemplo, ele só se dará conta, depois que o professor chamar atenção sobre “algo novo” que ele acabou de utilizar e a partir daí explicar e praticar mais. Hoje em dia, ainda que haja professores que trabalham de maneira “tradicional”, ou seja, que chegam em sala anunciando que hoje os alunos aprenderam o presente do indicativo, conjugam alguns verbos, dão alguns exemplos e logo alguns exercícios de preencher lacunas ou de repetir a estrutura, o que mais se encontra é a abordagem comunicativa, onde se inverte a ordem da maneira tradicional, o aluno usa, depois se dá conta que usou. No início pode ser difícil e para alguns alunos, principalmente os maiores, que estão acostumados as normas de ensino “tradicionais”, pode parecer errado, mas com o tempo eles verão que é uma boa maneira de aprender.
“O ensino de gramática pode, também, ser algo lúdico. Podemos fazer uso de jogos para trabalhar alguns pontos gramaticais com os alunos em sala de aula.” (Vera e Francisco)
Não só jogos, como música, trechos de filmes, poesia... São ótimos recursos para sair um pouco do livro e fazer com que a aula fique mais descontraída e acabar com monotonia da aula de gramática, ainda que não haja como acabar totalmente com essa monotonia, porque realmente, apesar dessa nova visão de ensino, não há com deixar de dar uma explicação ou outra no quadro, ou deixar de dar alguns exercícios de completar lacunas, eles são necessários e bom para treinar a estrutura, falo isso por experiência como professora e como aluna, atualmente estudo francês e gosto de exercícios desse tipo para fazer em casa e estudar.
“Devemos ter em mente que a avaliação não é um fim em si mesma, ou seja, ela não diagnostica apenas uma produção feita pelo aluno. Ela deve servir para mostrar ao aluno o quanto aprendeu e o quanto ainda precisa aprender, bem como alimentar o professor no seu fazer pedagógico, servindo de norte para futuras ações e, até mesmo, revisões.” (Vera e Francisco).
Depois de tantos exercícios contextualizados, músicas e poesias, na hora da prova, não podemos falhar, elaborando questões “vazias” e sem sentido e muito menos corrigindo de maneira rude, apontando os erros de tal que forma que eles se tornem um fracasso para o aluno. A prova é muito importante e serve com certeza como referência para o aluno e para o professor.
Enfim, o que eu gostaria de discutir com os colegas é se realmente eles usam a gramática sempre de maneira contextualizada e lúdica, como eu vejo muitos professores afirmando e condenando exercícios de lacunas e explicações no quadro. Eu, como professora de espanhol, faço o possível para contextualizar e também “suavizar” o ensino da gramática com jogos e recursos lúdicos, na verdade é realmente o que mais uso, mas creio que ensinar de maneira estrutural também é necessário.

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