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Date Posted: 17:25:44 05/21/06 Sun
Author: Margaret
Subject: Re: Semana 10: 15-19 O Ensino significativo de gramática em língua inglesa
In reply to: Fátima Gama 's message, "Re: Semana 10: 15-19 O Ensino significativo de gramática em língua inglesa" on 16:41:53 05/21/06 Sun

Oi, Fátima!

Obrigada pelos comentários. Concordo com você quando nos diz que "não seremos mais as mesmas depois que lemos estes textos". Verdadeiramente acaredito que nos trouxeram muito boas reflexões, trazendo-nos novas perspectivas nos processos de aprendizagem/ensino da LE.

Abraços,
Margaret


Olá, Margaret
>Como você disse bem: "Estas e grande parte das
>afirmações deste texto de PAIVA e FIGUEIREDO
>trouxeram-me bons momentos de leitura e de reflexão.
>Com argumentos tão ricos e bem abalizados. PAIVA e
>FIGUEIREDO atingiram o seu principal objetivo: o de
>“ter contribuído para (nossas) reflexões sobre o
>ensino de língua inglesa".
>Dizem que quando vc faz um retiro espiritual, nunca
>sai do mesmo jeito que entrou, assim também os textos
>lidos até agora nos fazem refletir de maneira profunda
>e consciente sobre a nossa maneira de ensinar/aprender
>línguas. Mesmo os mais conservadores (os mais
>estruturalistas) garantidamente repensarão o seu
>processo de ensino/aprendizagem desenvolvido até
>agora. Muito boas as sua reflexões.
>Parabéns pelo trabalho!
>Fátima Gama
>>Semana 10: 15-19
>>PAIVA, V.L.M.O.; FIGUEIREDO, F.Q. O ensino
>>significativo de gramática em aulas de língua inglesa.
>>In: PAIVA, V.L.M.O. (Org.). Práticas de ensino e
>>aprendizagem de inglês com foco na autonomia. Belo
>>Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2005. p.
>>173-188. (Versão em espanhol será enviada através da
>>lista de discussão). Como você se posiciona em relação
>>ao ensino de gramática? O texto contribuiu para você
>>rever alguma posição? O que você gostaria de discutir
>>sobre esse texto?
>>
>>Senhores,
>>O texto lido nesta semana, a meu ver, é um dos mais
>>significativos, até agora lidos, pois nos dá, na
>>qualidade de professores, uma visão segura de como
>>podemos perceber e avaliar o ensino/aprendizagem,
>>usando a gramática e não usando a gramática ao mesmo
>>tempo – ou, melhor, usando-a da forma mais eficaz e
>>produtiva. E, sobretudo, como o “ensino da gramática
>>pode ser muito mais significativo do que a memorização
>>e o uso de regras descontextualizadas”.
>>
>>Concordo com a afirmativa de que “a experiência tem
>>demonstrado que nem sempre o conhecimento de regras
>>gramaticais capacita o aprendiz a usar a língua de
>>forma significativa”. É certo e comprovado que “alguns
>>alunos são capazes de memorizar regras gramaticais,
>>aplicá-las corretamente quando resolvem exercícios em
>>listas de frases isoladas, mas falham quando produzem
>>textos de forma espontânea.”
>>
>>Achei de valor imensurável o convite feito ao leitor
>>para que testasse por si mesmo os seus conhecimentos
>>de gramática, fazendo os exercícios com a frase “The
>>slithy toves gimbled the wabes”. [1] . O teste foi
>>sensacional. E as conclusões melhores ainda.
>>Particularmente, apreciei muito o exemplo dado,
>>porque, paralela e coincidentemente, estou fazendo um
>>estudo deste verso do poema JABBERWOCKY de Lewis
>>Carrol no curso de Tradução, que venho acompanhando,
>>com a professora Adriano Pagano. Houve muitas
>>conclusões coincidentes com as afirmativas de PAIVA e
>>FIGUEIREDO. Isto enriqueceu o meu trabalho na FALE, em
>>Tradução I.
>>
>>Foi muito bom ler este texto. Pude rever a minha
>>posição e reforçar a concepção de que “significativo é
>>algo que tenha a ver com o universo dos alunos. É o
>>professor levar em consideração as experiências deles.
>>É fazer com que os alunos produzam língua, em vez de
>>somente reproduzi-la. Enfim, ser significativo é usar
>>a língua de forma contextualizada.”
>>
>>Pude refletir de forma prazerosa e efetiva sobre o
>>conceito de gramática. Importante destacar o que o
>>texto nos passa de forma irrefutável a que nos traz
>>Thornbury (2001, p. 2), ao afirmar que “a descrição da
>>língua usada não é a mesma coisa da língua sendo
>>usada. (...) As gramáticas foram escritas por autores
>>que observaram como as pessoas de determinada classe
>>social escrevem. Enfatizamos a palavra ‘escrevem’,
>>pois rara é a gramática que registra como as pessoas
>>falam.”
>>É uma grande verdade constatar a realidade: “quando um
>>autor escreve uma gramática, ele registra um momento
>>da língua, como uma fotografia que congela uma
>>imagem.”
>>
>>Apoio e faço minhas as palavras de PAIVA e FIGUEIREDO:
>>“ A língua é, pois, um sistema dinâmico em processo
>>contínuo de mudança, Seu uso varia dependendo do
>>contexto e nem sempre todos os seus usos são
>>contemplados pelas descrições encontradas nas
>>gramáticas.”
>>
>>As atividades sugeridas no texto são ricas em seu
>>conteúdo pedagógico e na vida prática. Vivenciei, com
>>prazer, a elaboração da lista de compras e pude
>>compará-la com as respectivas listas de 10 colegas,
>>como se fossem alunos e realmente encontramos algumas
>>semelhanças entre elas. Foi gratificante ter
>>encontrado gente que foi fiel à previsão de PAIVA e
>>FIGUEIREDO, não tendo misturado produtos de limpeza
>>com produtos alimentícios. E o mais divertido foi
>>constatar que todos os dez colocaram o arroz próximo
>>do feijão!!
>>
>>Adorei as sugestões para a aula de gramática e a de
>>uso de jogos para o seu ensino. Acho mesmo que “o
>>ensino de gramática pode, também, ser algo lúdico”. E
>>muito feliz em reconhecer que PAIVA e FIGUEIREDO
>>queiram mesmo sugerir atividades que transformassem
>>esse tipo de exercício em algo mais significativo – e
>>conseguiram! Fiquei muito empolgada com as idéias
>>brilhantes encontradas no texto. Na verdade, qualquer
>>aula deste gênero ficaria mais significativa, mais
>>atraente, mais envolvente para qualquer aluno, até
>>mesmo aquele aluno que nos parece distante ou menos
>>participante.
>>
>>As sugestões para corrigir erros de gramática são
>>preciosas para nós professores. Seguidas de exemplo
>>sugestivo. Nós, professores, entendemos que a correção
>>de erros pode ser uma boa atividade de aprendizagem de
>>gramática, como sugerem os autores. Muito boa dica é
>>dada ao leitor sobre a fórmula muito utilizada do “uso
>>de códigos de correção que indicam aos alunos o tipo
>>de erro, possibilitando que eles mesmos reflitam sobre
>>sua produção e possam assim chegar à forma correta.”
>>
>>Outra abordagem rica para nós professores é a proposta
>>de se ter a gramática trabalhada de uma forma
>>significativa também em avaliações.
>>
>>E a forma de questionar o leitor a cada exposição, o
>>faz refletir e rever de forma crítica o que está sendo
>>apresentado, fazendo-o reconhecer diferenças e
>>semelhanças na sua forma de agir e de pensar sobre o
>>assunto.
>>
>>Em resumo, eu defendo a utilização de toda a nossa
>>“criatividade para tornar o aprendizado mais lúdico e
>>significativo para os alunos”. Acredito e confio
>>cegamente nesta estratégia. Não há como não dar certo.
>>Concordo plenamente e bato palmas para a afirmativa:
>>“Quando os alunos dizem que querem aprender
>>gramáticas, na realidade, eles querem é aprender a
>>falar e escrever em inglês de acordo com as normas,
>>logo o ensino isolado de gramática, sem conexão com a
>>produção de sentido, é algo estéril que não ajuda os
>>aprendizes a atingir seus objetivos”. Estas e grande
>>parte das afirmações deste texto de PAIVA e FIGUEIREDO
>>trouxeram-me bons momentos de leitura e de reflexão.
>>Com argumentos tão ricos e bem abalizados. PAIVA e
>>FIGUEIREDO atingiram o seu principal objetivo: o de
>>“ter contribuído para (nossas) reflexões sobre o
>>ensino de língua inglesa. Decerto, senti-me
>>verdadeiramente “incentivada a experimentar algumas
>>das idéias que foram inseridas no texto”.
>>
>>
>>Margaret

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