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Date Posted: 07:02:35 04/24/06 Mon
Author: Fernanda Penna
Subject: Atividade Semana 7

ATIVIDADE SEMANA 7 (24 DE ABRIL)

Atividade 1)

“Match-making” - I will try to describe myself for you! Maybe somebody knows me, not by my name, but, by my description: I am brunet, I have brown eyes and my skin is white. I am not tall, nor short, but shorter than taller if I compare with some of my friends... Well, I am not thin but not fat! A little fat, in my opinion, but not for my parents. And I am, finally, at the gym again – after almost 2 years just studying and working. I walk fats, I am very impatient and anxious. I can not be quiet for some time. Just when I am very tired and sleep! I am a journalist. And I am going to be a teacher, graduated, on July. I think it’s great! But I also think that nobody could know, by um description, who I am! Sorry!

Activity 2) Role Play – Invitating/ Responding to invitations:

- Hello, Jane!
- Hi, John, how are you?
- I am fine, thanks, and you?
- I am fine too.
- Well, I was thinking about.... what are you going to do tonight?
- Julie has invited me to a party! And you?
- Oh, of course, her boyfriend’s party, isn’t it?
- Yes. Won’t you go?
- In fact, I can, if you like. Would you like me to go?
- Why not? I’d love to.
- All right. That’s really a good idea!
- Why don’t you take me at 8?
- At 8h30 it’s all right?
- Ok, I see you at 8h30! Bye.
- Bye bye...

Activity 3) Conversation: interesse/ hesitações

- Mommy, mmm... I’d like tooooo tell you something...
- Well, tell me.
- In fact... The thing is... can I go tooooooo a party tonight?
- Um... actually, you might be at home. Your dad is coming tonight to see you.
- I know... but... mommy, it is that... John invited me...
- Oh! Uh-huh... I see... but you know what I mean... your father...
- But daddy... it’s like... he can... kind of... see me another day!
- Yeah. Ah, Jane, but that’s almost a month he do not come!
- Anyway... tomorrow... errr... I’ll go to the office to see him, ok?
- No, you don’t. I told you that it’s his job to come here to see you! You won’t go there!
- But, mommy... mmm...
- Go to the party, honey. I’ll talk to him.
- Thank you, mom...


***Minha trajetória na língua falada:

Falar inglês foi sempre difícil para mim. Não pela língua, ou por não saber gramática ou não Ter fluência. Mas pela timidez... Principalmente quando precisava apresentar trabalhos na frente. Como eu tentava parecer tranqüila! E como isso só piorava, me fazendo ficar mais e mais nervosa, e, então, comendo palavras, gaguejando... Mas acredito que nunca passei por dificuldades nos sentidos apontados por Kátia Valério em seu texto, como por exemplo, não saber usar as palavras em determinadas situações, ou quais palavras usar em quais momentos. Claro que nunca viajei para o exterior, onde precisasse usar meu inglês 24 horas por dia e nos mais diversos contextos – e acredito que, aí sim, pode ser que os aprendizes de língua estrangeira cometam alguns tropeços.

A questão da interpretação do interlocutor, como afirma Kátia, é essencial para qualquer tipo de comunicação, principalmente a oral. Saber que sentido têm as palavras que ele usa em determinado contexto, para evitar mal-entendidos. Portanto, precisamos dominar forma e função da língua, para que a comunicação seja completa. E, como afirmei, até então não tive nenhum problema deste tipo. Acho que minha relação com a língua falada, por menor que seja do que em relação a escrita ou leitura, até então não me apresentou nenhuma dúvida que não passasse de não saber a pronúncia de alguma palavra.

Mas nunca me senti pressionada a falar – muito pelo contrário. Tive professores ótimos, que me incantivavam a falar e me motivavam, mostrando meus progressos. Lembro que na época do curso de inglês livre, onde comecei a aprendizagem da língua, fazia provas orais individuais (além de muitas atividades em sala de aula, role plays, diálogos etc). E as provas orais para cada turma valia uma caixa de bombom para quem se saísse melhor. E isso para mim era ótimo, primeiro porque somente com a professora, sem os outros alunos “olhando” se eu ia ou não errar qualquer coisa, eu me soltava e falava. Não era a melhor da turma – tinha colegas que já entraram no curso sabendo um pouco da língua e eram bem mais extrovertidos, mas de vez em quando era eu quem faturava os bombons! E isso me diexava altamente motivada, por saber que, pelo menos na prova oral, eu tinha me saído melhor do que eles.

Já no colégio, no segundo grau, onde, como já contei, o professor engoliu toda minha motivação e vontade de estudar inglês, a gente não falava nada espontaneamente, a não ser “Good morning” e ler textos do livro didático em voz alta. Isso dava muito sono!

Bom, mas foi apenas na faculdade que tive um contato mais complexo com a língua, claro, e onde percebi os nomes das coisas (aliás, acho que isso é o correto – como uma profesora disse, citando outro professor, “o aluno de língua estrangeira não tem que saber ‘why’, mas ‘when’ e ‘how’. O aluno de letras, sim, tem que aprender os porquês”...).

Bom... uma coisa eu acho que é difícil usar – expressões na língua estrangeira. Dependendo do contexto, do momento, da entonação, da formalidade, da pessoa a quem nos dirigimos... isso devemos prestar muita atenção, sempre, porque há expressões demasiado informais ou de uso restrito para certas idades ou classes – como, nos Estados Unidos, os negros podem usar algumas expressões peculiares que não sejam, por exemplo, compartilhadas com os latinos – mesmo que ambos sejam grupos não dominantes no país.

Quando leio livros escritos por autores norte-americanos descendentes de africanos, índios ou latinos, percebo imediatamente como cada um deles utiliza expressões tão peculiares, de formas tão diversas e que poderiam, inclusive, ser utilizadas dentro de sala de aula, para mostrar a diversidade da língua e, claro, para evitar “erros”... mas, enfim, este é o sentimento que eu tenho em relação a certos aspectos da língua falada.

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