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Date Posted: 13:33:54 05/03/06 Wed
Author: Rui Nicolau Peixoto
Subject: Semana 8 ( Alguns princípios no ensino da escrita)

Após a leitura do texto, concordo com as autoras quando afirmam que há muita dificuldade de se ensinar a escrita em uma LE, mas que essa habilidade é de suma importância para a formação dos alunos e ela não pode simplesmente se restringir a meros trabalhos sem contextualização. Ela propõe alguns aspectos teóricos para o ensino da escrita e apresenta tarefas de reflexão em que procura levar o leitor (professor) a refletir sobre a sua prática docente. As autoras afirmam que a teoria pode ser aliada na hora de se ensinar a escrita, pois ela serve para que os alunos pensem sobre suas atividades e se tornarem aos poucos autônomos em seu aprendizado.
As autoras sugerem algumas atividades para os professores pensarem em sua prática docente ao longo do texto, criam alguns mecanismos para que todos possam refletir sobre as formas de se ensinar a escrita para os alunos.
Os professores são levados a responderem um pequeno questionário com algumas indagações bem interessantes, coisas com as quais eu não tinha pensado até então, mas que farão parte da minha vida docente daqui para frente.
Vários autores apresentam algumas justificativas para o ensino da escrita em LE, Hamer afirma que ela pode promover e consolidar as novas estruturas e o vocabulário. Uma afirmação que eu concordo, pois uma das coisas que mais me desanimava quando estudante de inglês em escolas de língua era o pouco trabalho desenvolvido nessa área.
Um aspecto interessante da leitura do texto é que as autoras levam os professores a terem uma possibilidade de reformularem seus princípios, enxergarem o que está errado em seu método de ensino e a tentar aplicar algumas dessas atividades apresentadas em suas aulas.
Concordo com as autoras quando dizem que a escrita é um processo, em que se tem que pensar em seu planejamento e na sua produção, levando em conta, o leitor pressuposto, a intencionalidade dessa escrita e as modificações que esse texto irá sofrer ao longo da sua criação. Isso é importante por que propicia ao aluno trabalhar seus conhecimentos de vocabulário, a organização que ele vai utilizar para dar forma ao texto.
As autoras levantam outros aspectos que eu acho interessantes que devem ser considerados na elaboração das atividades de produção escrita, tais como: os alunos devem ter oportunidades de trabalhar de forma interativa, em pares ou em grupos, pois isso serve para motivá-los a trabalhar de forma a trocar conhecimentos e a enfrentar novos desafios com apoio dos colegas, isso fará com ele perca o medo e o aprendizado fluirá de forma amistosa para todos.
Outro ponto levantado pelas autoras é com relação às formas de correção dos trabalhos escritos, enfatizando a questão da compreensão que os professores têm que ter na hora de corrigir os trabalhos escritos posiciona alguns aspectos a serem considerados na hora da correção.
Ler o texto de forma a compreender seu conteúdo; ler o texto para analise da organização das idéias, verificando sua seqüência lógica; e a leitura para avaliação do uso de questões gramaticais. Concordo plenamente, pois a leitura superficial não capacita ninguém a julgar um trabalho de forma absoluta. Os erros são parte do aprendizado e os alunos devem ser levados a raciocinar sobre os seus erros de forma a enxergá-los e a corrigi-los quando necessário.
Algumas formas de correção bem interessantes são colocadas pelas autoras no texto, como a correção no quadro-negro, em que o professor analisa os erros dos alunos de forma geral, sem nomeá-los nominalmente, algo que eu gostei e procurarei adotar daqui para frente.Isso é uma forma de correção em que o aluno pode internalizar os seus erros e a corrigi-los sem passar por qualquer tipo de constrangimento ou desestimulo.O professor dá o feedback de forma a levar todos a refletirem sobre seu aprendizado e a trabalhar a autocorreção.

Meu aprendizado de língua escrita.


Com relação ao meu aprendizado da escrita em inglês, eu posso dizer que ele foi bem complexo.No início nas escolas de inglês em que passei, o ensino era bem restrito.Os professores com quem eu tive a oportunidade de estudar não usavam de muita criatividade para o bom desempenho da aprendizagem.Prendiam-se em demasia ao que era proposto por algum livro adotado em cada etapa do curso. A abordagem que era feita com o livro determinado se restringia basicamente aos trabalhos com a gramática e construções de frases curtas ou textos também sem muita criatividade.Percebo hoje que muitos professores eram até certo ponto limitados e não buscavam textos mais elaborados, que pudessem dar uma dinâmica mais contundente ao aprendizado.
Os livros eram fracos, com pouca consistência lingüística; não havia um trabalho com neologismos, phrasal verbs, slangs, etc. Quando nos era pedido uma simples redação Por exemplo, não conseguíamos sair das palavras óbvias, das frases feitas, das construções sem explorar as várias possibilidades da língua, muitas se repetiam continuamente ao longo do texto.
Posso dizer até que tínhamos medo de utilizar essa ou aquela palavra, por que não tínhamos qualquer tipo de contextualização dela.
Mesmo no ensino tradicional de 5º a 8° séries e ensino médio, as coisas não melhoraram muito. Basicamente as mesmas coisas se repetiam.
Toda a parte escrita da língua que consegui desenvolver nesta fase se restringia às mesmas gramatiquices e pequenos trabalhos com redações básicas, em que se utilizava o mesmo grupo de palavras, Parece que se tinha medo de se trabalhar com palavras novas, de se mexer com textos mais elaborados.
Mas vejo hoje que havia muito conformismo por parte daqueles professores com os quais eu estudei.
A minha situação só veio a melhorar realmente depois de fazer o curso aqui na faculdade. Pude ter aqui um contato constante com a escrita através de trabalhos mais complexos, tais como: monografias, de elaboração de trabalhos acadêmicos, onde você realmente tem a possibilidade de otimizar o seu conhecimento.

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