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Date Posted: 19:52:37 04/29/06 Sat
Author: Fátima Gama
Subject: Re: Ensinando a falar inglês
In reply to: Cinara Lopes 's message, "Ensinando a falar inglês" on 11:44:28 04/26/06 Wed

Oi, Cinara.
É impressionante a diferença do discurso de quem aprendeu uma segunda língua pelo método da abordagem comunicativa. Eu aprendi pelo método estrutural e não tive oportunidade de realizar tarefas envolvendo situações reais de uso nem o conhecimento anterior da língua (para improvisar, quando preciso) como você. Um fator muito forte a meu favor foi a motivação com que eu ia às aulas e fazia os exercícios de casa. Isto faz a diferença!
Parabéns pelo seu belo trabalho!
Fátima Gama
>Aprendi a falar inglês em escola de idiomas, estudei
>na mesma por 10 anos.A abordagem adotada era
>comunicativa, havia muita prática oral e o foco era
>realmente o desenvolvimento da fala em diversas
>situações. Os professores organizavam aulas de
>culinária, situações em restaurante, aeroporto,
>farmácia, etc, e desse forma trabalhávamos muito a
>oralidade, favorecendo fluência e adequação.Com o
>passar do tempo, ao começar a me preparar para fazer o
>FCE, houve uma maior preocupação em trabalhar mais
>escrita, gramática e acuidade, e pude observar que a
>minha melhora havia sido significante.Sinto que foi
>muito importante para o desenvolvimento da minha
>fluência ter estudado numa escola que adota a
>abordagem comunicativa, pois tive a oportunidade de
>estudar estruturas e trabalhar oralidade, de forma
>mais natural, contextualizada, incorporando minhas
>próprias idéis e verdades no processo de
>aprendizagem/aquisição da língua.
>
>Com relação às atividades citadas no texto escrito por
>Kátia Modesto Valério, achei todas muito úteis,
>práticas e proveitosas de forma que citarei três delas:
>
>
>Atividade 1 (p.111)
>
>A atividade da página 111 sugere que os alunos saibam
>dar e desempenhar instruções. Não mudaria nada nessa
>atividade antes de aplicar em sala de aula.
>Apresentaria, primeiramente, as "prepositions of place
>and direction" sugeridas na página 112, em seguida
>colocaria os alunos em dupla, tiraria xerox do desenho
>sugerido pela autora e instruções necessárias aos
>alunos. Dessa fora, de posse do material e das
>orientações os alunos desempenhariam a atividade de
>forma divertida e natural.
>
>
>Atividade 2 (p.116)
>
>Gostei muito também da atividade que envolve atos de
>fala, pois são estruturas importantíssimas e que
>muitas vezes não têm tradução, ou se são traduzidas
>literalmente podem causar má interpretação. Para
>trabalhar atos de fala eu apresentaria um diálogo
>dentro de um filme ou seriado (como Friends por
>exemplo) e pediria para que os alunos prestassem
>bastante atenção para depois podermos reproduzir a
>situação, agora em forma de role-play. Como seria
>impossível que um aluno memorizasse todo o diálogo
>assistindo apenas 1 ou 2 vezes, ao fazer o role-play
>ele seria obrigado a improvisar e utilizar estruturas
>já conhecidas por ele. Ao fazer isso, ele estará
>produzindo sua fala com base em um modelo apresentado,
>e incorporando suas idéias a esse processo.
>
>
>Atividade 3 (p.122)
>
>A terceira atividade que me chamou atenção foi a que
>involve conversation fillers e hesitações, pois são
>palavras que pensamos ser sem importância, mas que
>fazem toda diferença numa conversação.
>Nessa atividade, eu apresentaria algumas hesitações e
>elementos fáticos. Em seguida, eu mostraria uma cena
>de filme ou seriado sem som, e pediria para que os
>alunos tentassem reproduzir o diálogo, tendo que
>utilizar algumas das estruturas propostas. Ao final,
>eu colocaria a cena de novo, mas desse vez com som,
>para que os alunos possam analizar as semelhanças e
>diferenças e, claro, dar boas risadas.

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