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Date Posted: 12:51:55 05/03/06 Wed
Author: Dagmar
Subject: SEMANA 8 - Alguns Princípios no Ensino da Escrita

SEMANA 08 – 02 A 05/05/06
ALGUNS PRINCÍPIOS NO ENSINO DA ESCRITA


O texto das autoras Isabel e Miriam trata da importante habilidade de escrita em inglês. Partindo da realidade brasileira: não vivemos num país bilíngüe, esta é uma habilidade bastante procurada por nossos alunos, uma vez que a utilizam muito, seja para prestarem vestibular, ou para redação de teses de mestrado ou afins.

Achei bastante relevante quando as autoras afirmam na página 151 que as “atividades de escrita... podem ser um reforço às demais habilidades”. Concordo plenamente com esta afirmativa já que na minha experiência de aprendizagem tive mais oportunidades de produção escrita do que oral, sendo assim, era através da escrita que conseguia testar meu desenvolvimento no aprendizado do inglês.

Outro aspecto interessante é quando as autoras afirmam que “a escrita é um processo” e que esse “processo de escrita pressupõe um leitor potencial para seu texto” (p. 152). Realmente, um texto bem elaborado envolve planejamento e organização (seja em LE ou na língua materna) e, num contexto significativo (onde há a possibilidade de um leitor real, não um imaginário), até mesmo a motivação para escrever é diferente.

O texto sugere diferentes formas de orientar os alunos para uma boa produção escrita e certamente usarei destes “guidelines” quando estiver na prática docente. Enquanto aprendiz, me recordo de ter recebido algumas orientações semelhantes às descritas no livro: troca de receitas entre colegas, cartões postais de viagens de férias, key pals, lista de compras ou elaboração de cardápios para o fim de semana, dentre outros.

Uma coisa que foi muito bem abordada pelas autoras é que as atividades de produção escrita devem ser elaboradas em sala de aula, sob a orientação do professor e algumas vezes em parceria com colegas, de forma a desenvolver entre estes um trabalho cooperativo (p. 153 e 158). Adequar as atividades ao perfil, idade e nível de proficiência dos alunos são fatores também relevantes.

A preocupação em elaborar atividades envolvendo jogos, recursos áudios-visuais ou outras estratégias para atender diferentes grupos de alunos com diferentes estilos de aprendizagem, é algo importante de se pensar já que normalmente o professor atende uma sala numerosa e variada (p. 159).

As atividades sugeridas a partir da página 160 são um material rico para qualquer professor de língua estrangeira e como já mencionado anteriormente, vão fazer parte da minha “biblioteca”. Mais rico ainda é estar atento à observação das autoras de “... ao escolher e desenvolver uma atividade, você considere: o nível dos alunos (de forma a desafiá-los, mas não a frustrá-los), seu programa de curso, a possibilidade de trabalho interdisciplinar, os estilos de aprendizagem de seus alunos, as estratégias de aprendizagem que podem ser trabalhadas e os recursos disponíveis...”.

Outro tópico que me orientará bastante quando estiver na prática docente é o que trata da correção. As dicas ali sugeridas são de extrema importância (p. 168/172) e me fizeram refletir na minha própria história de aprendizagem. Por sorte a maioria dos meus professores sempre enfatizou o cumprimento da atividade e o uso da criatividade para aí então corrigirem ortografia, pontuação, estruturas gramaticais e outros. Posso afirmar que a maioria dos “feedbacks” que recebi foram positivos e isso me tornava uma aluna motivada a participar das atividades de escrita. Somente após muita prática é possível ir construindo textos mais bem elaborados e coesos e, com um “feedback” apropriado vamos lapidando nossa escrita que vai se tornando cada vez mais refinada.


DAGMAR .

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