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Date Posted: 12:41:42 05/10/06 Wed
Author: Rui Nicolau
Subject: Semana 9 (A habilidade de leitura)

A leitura sempre foi em meu aprendizado de inglês a parte que eu mais me dedicava a praticar.Sempre tive uma vontade e/ou curiosidade muito grande de pegar longos textos e desvendar seus mistérios.Gostava de pegar por conta própria letras de músicas em inglês e ler para os amigos.

Nos meus anos iniciais de aprendizagem em escolas de inglês, a leitura era feita sem muita profundidade, ela se limitava a pequenas leituras em voz alta de períodos curtos e frases pequenas em que o aluno apenas repetia o que estava escrito nos textos trabalhados ou nos livros; nada muito complexo, tudo muito básico sem muito estímulo para o estudo. Tudo absolutamente restrito, que só servia mesmo para que os alunos pudessem trabalhar a questão da pronúncia.

No meu segundo grau, a leitura não mudou muito, os livros não tinham um índice que pudesse realmente ajudar os alunos a evoluírem no aprendizado de leitura, textos fracos, palavras de uso comum, todo o léxico se constituía de palavras simples.Muita consulta ao dicionário, mas tudo se restringia ao óbvio lingüístico.

Devo confessar aqui que nunca tinha ouvido falar nas estratégias que são mostradas no texto.Só fui aprender o seu sentido conceitual depois de entrar para a faculdade.

Segundo Brown: “a leitura em voz alta é pouco produtiva, além de não ser uma atividade muito autêntica, pois, enquanto um aluno lê, os outros podem perder a atenção ou ficar lendo o parágrafo da frente”.Isso com certeza absoluta acontecia naquelas aulas, o professor não conseguia diversificar o estudo, não havia uma implementação de técnicas modernas, não sei se por desinteresse ou mesmo uma formação limitada, mas o ensino de leitura não foi incentivado como eu gostaria que tivesse sido.

Hoje minhas experiências com a pratica de leitura estão bem mais evoluídas, gosto muito de ler os textos na internet e trabalhar com literatura mais aprofundada de língua inglesa, e textos jornalísticos, que geralmente nunca tinha trabalhado em sala de aula. Não trabalho ainda com o ensino de inglês, mas quando começar a lecionar, procurarei utilizar todas essas estratégias e mecanismos para otimizar o aprendizado.

O texto propõe: que a atividade de leitura seja um processo de construção de significados que envolvam a habilidade de decodificar as informações registradas no papel ou em tela e o conhecimento de mundo que o leitor aciona para compreender um texto. Ou seja, no primeiro caso (bottom up), o leitor tem que utilizar o seu conhecimento pragmático da língua, seus aspectos lingüísticos para atribuir um significado para a palavra. No segundo caso (top-down), há o processamento da primeira estratégia feito com o da segunda, que consiste em um jogo de alternativas em que o leitor é levado a usar o seu conhecimento de mundo para testar as várias hipóteses ou possibilidades do que ele vai encontrar em um texto.Dessa forma, a leitura é vista como construção de significados e não como simples transmissão de informação, já que cada leitor recepciona o texto de forma diferenciada.

Diante dessa concepção de leitura, cabe ao professor não mais visualizar o desenvolvimento da habilidade de leitura como algo fragmentado ou descontextualizado, ou seja, ele tem que ter objetivos específicos em mente, que ele possa colocar em pratica, por exemplo: trabalhar com os alunos textos que possam permitir que eles tentem visualizar aspectos implícitos do texto, utilizando estratégias adequadas, ajudando-os a colocar suas próprias inferências para reconhecer as palavras desconhecidas.

Acredito que a pratica da leitura deve ser impulsionada cada vez mais em sala de aula, pois assim o aluno terá condições de entender que uma palavra possui seus vários aspectos lexicais, mas que também possui seu aspecto semântico.Mas este ele somente entenderá com a pratica constante da leitura.

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