“Com um governo minoritário do PS, ou com uma coligação à esquerda, quer seja governamental, quer de incidência parlamentar, as condições de governabilidade serão reduzidas. Importa, por isso, criar, antes das eleições, as condições efectivas para garantir a estabilidade. Para tal, é preciso que o PS progrida eleitoralmente nos distritos onde o Bloco e o PCP são mais competitivos – em Lisboa, no Porto e em Setúbal.”
Então Paulo, parece que a estratégia do PS é que o PCP não cresça para que o PS cresça e não como você diz que “a estratégia do PC é que o PS não cresça para que o PC cresça”. Continua a ser “frontalmente contra a formulação das teses nesta matéria”? E continua a defender que “O PCP não aceita que a procura de unidade, em termos programáticos aceitáveis é uma forma de crescer...”
Ou mesmo depois deste dirigente do PS falar com toda a naturalidade em governar com “com uma coligação à esquerda, quer seja governamental, quer de incidência parlamentar” continua ainda a afirmar que “O PCP nas suas intervenções não tem pontos concretos a obter no imediato nem a prazo. Tirando talvez a despenalização do aborto.”?