2 - Estes traços estão presentes na opção chinesa, na sua realidade e nas posições de Deng Xiao Ping e nos documentoes presentes no site do PCCh
3 - O mesmo conceito esteve presente na Hungria de Kadar, está no período especial vigente em Cuba, na actual politica vietnamita.
4 - em nenhum caso destes está em causa mais nenhuma apreciação do que dizer e defender o princípio abstracto de que o uso destes mecanismos não pode ser proscrito de uma estratégia comunista para a transição
5 - isso não quer dizer que as opções de cada partido comunista em direcção pró-NEP tenham que ser sustentadas ou que não se tenham sérias dúvidas sobre a intensidade e os riscos que se estão a correr. No caso Chinês dá mesmo para angustiar
6 - os problemas teóricos das políticas tipo NEP são para mim dois: a) reiteram a hegemonia do capital (que não significa capitalismo privado) e do valor de troca na regulação da economia; b) reiteram o mercado como forma de distribuir a produção em tensão com a abordagem planificada "baseada nas necessidades humanas".
A existência de paradoxos teóricos nas opções pró-NEP só quer dizer que a teoria está fraca e não que o caminho é necessariamente errado.
O último problema refere-se ao impacto de uma adequada avaliação das políticas NEP nos actuais programas de transição. Para além dos paísed de tipo "socialista", Cuba, Vietname e China, há que contar com o facto de os counistas fazerem parte de soluções de governo ou de maioria no Brasil, África do Sul, Índia, Suécia, alguns lands da Alemanha, Catalunha, Chipre e se calhar mais. Ora, sempre que os comunistas entram em coligações em países capitalistas, entram oficialmente em perído de transição onde exactamente o acerto da sua orientação obriga a considerar fortemente os problemas teóricos e práticos que a linha do tipo NEP coloca.
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